IMPÉRIO ROMANO



O Império Romano (27 a.C. - 476 d.C.)

O Império Romano é o sistema no qual o poder político real estava nas mãos de uma única pessoa, o imperador. Teve inicio com o imperador Augusto, quando o Senado ficou limitado a ser um órgão de apoio desse poder politico.
Se denomina Alto Império o período que vai de Augusto a Diocleciano e Baixo Império ao período que vai de Diocleciano à queda do Império Romano no Ocidente.

O ALTO IMPÉRIO ( 27 a.C. - 305 d. C.)


Entre os anos 14 e 68,os herdeiros de Augusto vão se substituindo no poder: Tibério, Calígula, Claudio e Nero. Essa sucessão dinástica foi interrompida pela guerra civil que no ano 68 aconteceu entre os três imperadores que governavam naquele ano. Esse primeiro período de crise que vive o império será superado pelos Flavianos.
Os Flavianos foram sucedidos pela dinastia nerva-antonina (93 - 193), nome genérico dado aos imperadores Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio, Marco Aurélio e Cómodo com uma politica similar ao dos Flavianos.
Com Septímio Severo se inaugurou a dinastia dos Severos (197-235), na qual ele próprio, Caracala, Geta,Heliogábalo e Alexandre Severo.
O poder absoluto de Roma, capital do Império, foi se debilitando com o tempo. Entre os anos 235 e 300, a única propriedade de Roma foi a defesa das fronteiras do Império dos contínuos ataques dos bárbaros e dos que vinham do Império Sassânida da Pérsia. A pressão desses povos fez com que o exército assumisse o poder em Roma a partir de 235, momento que se conhece como Anarquia Militar e que durou cerca de cinquenta anos. Esses imperadores soldados tinham como única finalidade a luta contra os inimigos do Império.
A consequência dessas guerras foi o encarecimento da manutenção do exército e o alto grau de endividamento para mantê-lo, o que levou o empobrecimento da população e à perda de sua identidade e valores. Um aspecto da perda da identidade foi a crise religiosa, pela invasão das religiões orientais.
A perseguição dos cristãos por Diocleciano, também chamada de Grande Perseguição, não foi mais que uma tentativa de eliminar os perigos que o Império enfrentava.
Em 284 uma revolta militar salvou o Império e o Diocleciano se proclamou imperador. Durante seu governo se instaurou a Tetrarquia sistema que dividia o Império entre os dois augustos e dois césares.
Diocleciano abdicou no ano de 305, demonstrando a ineficiência do sistema tetrarquino sem ninguém de peso que o dirija.


O BAIXO IMPÉRIO ROMANO ( 305 - 476):

Desde a abdicação de Diocleciano, em 305, houve uma série de lutas que se prolongou até 312, quando Constantino se tornou único imperador do Ocidente e ultimo imperador do Império unificado. Instituiu o cristianismo como religião oficial do Império.
Nesta etapa acontece uma mudança da capital do Império para a antiga cidade de Bizâncio, reconstruída e ampliada por decisão do imperador. Em 8 de novembro de 324, dia da sua inauguração, Bizâncio passou a se chamar Constantinopla ou cidade de Constantino.
Mais tarde, Teodósio dividiu o império entre seus dois filhos, Arcádio e Honório, surgindo o Império Romano do Ocidente e o Império Romano do Oriente. 
Em 476 acontece a queda do Império Romano no Ocidente. O Império Romano do Oriente, posteriormente chamado de Império Bizantino, sobreviveu até 1453, data da queda de Constantinopla atual Istambul.

Fonte: Tudo sobre Roma



FORRÓ PELADO É O EVENTO JUNINO DO ANO NA BAHIA, MAS É PROIBIDO TER EREÇÃO.








À primeira vista, pode parecer uma pegadinha. Mas não é. No próximo dia 17, a Praia de Massarandupió, reduto de naturistas no município de Entre Rios, litoral Norte da Bahia, será palco do evento “Forró Nu”. O cartaz (foto destaque), no qual todas as pessoas aparecem sem roupas, promete “brindes, brincadeira e liberdade”.
Além do pagamento de uma entrada de R$ 80 para o casal, a outra exigência do evento é que todos estejam sem roupas. Quem se interessar deve saber que o evento tem regras. Só casais podem entrar, o sexo em público é vetado e a presença de crianças é proibida. O organizador garante que o evento atrai gente de outros estados:
— Temos muitos clientes de vários estados, inclusive do Rio, nos procurando — diz ele, antes de frisar que ninguém pode fazer sexo na festa. — Existe muito respeito pelos frequentadores. E, apesar de ser para casais, o evento é direcionado também para o público do naturismo.
— O Forró Nu é um evento que segue o código de ética, que não permite o sexo em público. As pessoas me perguntam se é um evento liberal. Liberal é relativo. Certamente vamos receber casais liberais também. O que posso dizer é que o respeito estará acima de tudo — revela David Andrade, idealizador da festa.
Como o naturismo reforça o respeito aos participantes e combate atos obscenos, quem tiver ereção ou apresentar outra atitude desrespeitosa não ficará no evento. De acordo com a organização da festa, a pessoa em questão será convidada para se retirar do Espaço Liberdade.
FONTE: NOTICIAS BIZARRAS

ABRAÇO PETRIFICADO NA TRAGÉDIA DE POMPÉIA FOI DADO ENTRE DOIS HOMENS.





Novos testes de DNA revelaram que os dois corpos pertenciam a homens de 18 e 20 anos, e não a mulheres, como se acreditava.

Uma das imagens mais conhecidas da tragédia de Pompéia, ocorrida em 79 d. C. é o abraço petrificado que se acreditava ter sido dado  entre duas mulheres que desesperadas, se agarraram uma  a outra no momento em que as cinzas do Monte Vesúvio atingiam a cidade italiana e corroíam seus habitantes.
Os pesquisadores do sítio arqueológico de Pompéia, porém fizeram uma descoberta que muda a cena por completo. As duas pessoas abraçadas eram, na verdade, dois homens. A equipe chegou ao resultado fazendo exames de DNA e de radiografia nos corpos. Segundo eles, um dos rapazes tinha 18 anos na época em que morreu, enquanto o outro tinha em torno de 20.
No entanto, ainda não se sabe exatamente qual seria o relacionamento entre os dois. "Não dá para dizer com certeza se os dois eram amantes. Mas, considerando a posição em que estavam, você pode sim fazer esta hipótese. É  difícil dizer com exatidão", explica o diretor geral do sítio, Massino Ossana.
A analise de DNA mostra que com certeza eles não possuiam nenhum parentesco primário, não sendo pai e filho, nem irmãos. Nos ultimos dois anos, restauradores vêm trabalhando nos 86 corpos encontrados imobilizados após a erupção do vulcão há quase 1.900 anos.
As relações homossexuais entre homens na Roma antiga não eram encaradas como nós a vemos hoje em dia. O fato de um homem ter relações sexuais com outro não afetava seu status social e muito menos os classificava como homossexuais. Esse tipo de relacionamento era considerado algo natural e até mesmo estimulado, e muitos acreditavam que o ato enriquecia a vida intelectual dos praticantes.
Fonte: Galileu


O TEMPO



A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. 
Quando se vê, já são seis horas! 
Quando de vê, já é sexta-feira! 
Quando se vê, já é Natal... 
Quando se vê, já terminou o ano... 
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. 
Quando se vê passaram 50 anos! 
Agora é tarde demais para ser reprovado... 
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. 
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...


MARIO QUINTANA

REPÚBLICA ROMANA.




A substituição da Monarquia pela República foi um ato reacionário dos patrícios, que afastaram a realeza, cada vez mais comprometida com as classes empobrecidas. O monopólio do poder voltou às mãos dos patrícios, com as instituições romanas assegurando a manutenção do poder.

Plebeus e escravos continuaram sem direitos políticos, mas alguns plebeus enriquecidos com o comércio, chegaram a ter certos privilégios resultantes de sua condição de clientes. Entretanto, dependiam inteiramente dos benefícios concedidos pelos patrícios.

A base da República Romana era o Senado, formado por trezentos patrícios, com a responsabilidade de propor leis. Os cargos eram vitalícios, abrigando outras funções: garantir a integridade da tradição e da religião, supervisionar as finanças públicas, conduzir a política externa e administrar as províncias. A presidência do senado era exercida pelo magistrado, que o convocava, podendo ser um cônsul, um pretor ou um tribuno.

Existiam duas assembléias encarregadas de votar as leis sugeridas pelo senado. A Assembléia Curiata, que perdeu quase toda a sua importância durante a República, e a Assembléia Centuriata, formada pelas centúrias (divisões políticas e militares compostas por cem cidadãos), a quem cabia de fato discutir e votar as propostas.

O poder executivo era exercido pelos magistrados, pertencentes, na maioria das vezes, à classe dos patrícios. Com exceção do censor, todos os magistrados eram eleitos pela Assembléia Centuriata para um mandato de um ano. Coletivas, as magistraturas exigiam a presença de dois ou mais magistrados para cada cargo.

Os magistrados eram os seguintes:
· Cônsules: Detinham o maior poder, equivalente ao dos antigos reis. Eram dois, eleitos para um período de um ano. Tinham como atribuições comandar o exército, convocar o Senado e presidir os cultos. Nos períodos de crise, indicavam um ditador, que exercia o poder de forma absoluta durante o período máximo de seis meses. 

· Pretores: Ministravam a justiça, existindo dois: um para as cidades, chamado de urbano, e outro para o campo e para estrangeiros, chamado de peregrino. 

· Censores: Sua função era fazer o recenseamento dos cidadãos. Calculavam o nível de riqueza de cada um e vigiavam a conduta moral do povo. 

· Questores: Encarregados de administrar as finanças públicas. 

· Tribunos da plebe: Surgiram em decorrência das lutas da plebe por seus direitos. Os tribunos podiam vetar todas as leis contrárias aos interesses da plebe, menos em épocas de guerras, ou de graves perturbações sociais, quando todas as leis ficavam sob o controle exclusivo do ditador. Os tribunos da plebe eram considerados invioláveis e quem os agredisse era condenado à morte. 
AS LUTAS DE CLASSE NA REPÚBLICA

Embora os plebeus constituíssem a maioria da população eram marginalizados desde os tempos da Monarquia continuando até na República. Como conseqüência, os plebeus sofriam sérias discriminações. Nas guerras ficavam com os piores despojos; quando se endividavam e não podiam pagar suas dívidas, tornavam-se escravos. Nessa época, as leis não eram escritas, mas orais, baseadas na tradição, o que concedia grandes privilégios aos patrícios devido à sua complexa interpretação.

Os plebeus não tinham direito de participar das decisões políticas. Tinham deveres a cumprir: lutar no exército, pagar impostos, etc. A segurança de Roma dependia de um exército forte e numeroso. Os plebeus eram indispensáveis na formação do exército, uma vez que constituíam a maior parte da população. Conscientes disso e cansados de tanta exploração, os plebeus recusaram-se a servir ao exército, o que representou um duro golpe na estrutura militar de Roma. 

Iniciaram um longa luta política contra os patrícios, que perdurou por mais de um século. Lutaram para conquistar direitos, como o de participar das decisões políticas, exercer cargos da magistratura ou casar-se com os patrícios.

Para retornar ao serviço militar, os plebeus fizeram várias exigências aos patrícios e conquistaram direitos. Entre eles encontrava-se a criação de um comício da plebe, presidido por um tribuno da plebe. O tribuno podia vetar todas as leis contrárias aos interesses da plebe, menos em épocas de guerras, ou de graves perturbações sociais, quando todas as leis ficavam sob o controle exclusivo do ditador. Ele era considerado inviolável e quem o agredisse era condenado à morte.

Outras importantes conquistas obtidas pela plebe foram:

· Leis das Doze Tábuas (450 a.C.) – juízes especiais (decênviros) decretariam leis escritas válidos para patrícios e plebeus. Embora o conteúdo dessas leis fosse favorável aos patrícios, o código escrito serviu para dar clareza às normas, evitando arbitrariedades. 

· Lei Canuléia (445 a.C.) – autorizava o casamento entre patrícios e plebeus. Mas na prática só os plebeus ricos conseguiam casar-se com os patrícios. 

· Lei Licínia – Aboliu a escravidão por dívidas e ainda concedeu aos plebeus a participação no consulado. 

· Lei Ogúlnia (300 a.C.) – Com essa lei os plebeus adquiriram o direito de exercer a Magistratura de Pontífice Máximo. 

· Lei Ortênsia – Os plebeus conseguiram que as leis aprovadas pela Assembléia da Plebe (Comitia Plebis) tivessem validade para todo o Estado. Essas decisões foram chamadas de plebiscito, o que significa "a plebe aceita". 

Embora os progressos alcançado pelas conquistas da plebe tivessem sido grandes, essas leis, na prática, continuaram a beneficiar apenas os plebeus ricos, principalmente os comerciantes, que, por casamento, podiam almejar os melhores cargos da república. A exploração dos pobres, no entanto, continuou, não havendo a mínima condição de alcançarem o poder
Apesar disso, por volta do século III a.C., a República Romana se caracterizava pelo equilíbrio de poder entre a classes, o que no fundo, escondia o fato de que havia um Estado Patrício e um Estado Plebeu.

EXPANSÃO TERRITORIAL – IMPERIALISMO ROMANO

A República romana foi marcada por conquistas que expandiram seu domínio por toda a Bacia do Mediterrâneo. Em Roma escravos e terras constituíam riqueza, e a forma de os grandes proprietário, e comerciantes romanos consegui-los era por meio de guerras e conquistas. Assim, o imperialismo romano manifestou-se como uma política de conquista de novos territórios, para aumentar a mão-de-obra escrava e atender aos interesses dos grandes proprietários de terras e de escravos.

As primeiras evidências da expansão militar consistiram no domínio completo da Península Itálica. Mais tarde, tiveram início as guerras contra Cartago (cidade no norte da África), conhecidas como Guerras Púnicas. Posteriormente veio a expansão pelo mundo antigo.

Cartago, colônia fundada pelos fenícios no século VII a.C., era a grande rival de Roma na região do Mediterrâneo Ocidental. Os mercadores cartagines dominavam o comércio, transformando Cartago num grande entreposto, que contava com uma poderosa força naval e um eficiente exército composto de mercenários.

Primeira Guerra Púnica: Os cartaginenses ocupavam parte da Sicília. Aproveitando-se de uma disputa que envolveu piratas italiotas e habitantes cartaginenses da Sicília, Roma entrou em guerra contra Cartago em 264 a.C. Depois de várias lutas, que duraram 23 anos, Roma venceu a batalha decisiva, realizada na ilha de Égales. Lideradas por Amílcar Barca, as forças cartaginenses tiveram que pagar um pesado tributo aos vencedores e entregar a Roma as ilhas da Sicília, da Córsega e da Sardenha.

Segunda Guerra Púnica: Para compensar as perdas no mar Tirreno, Cartago passou a explorar intensamente as minas de prata da Espanha, Era uma forma de conseguir recursos para a desforra. Na tentativa de evitar novas guerras, uma delegação romana chegou a ser enviada a Cartago, como o objetivo de delimitar as áreas de influência dos dois contendores. Mas a iniciativa foi frustrada e, em 216 a.C., Aníbal Barca, filho de Amílcar, partiu de Cartago com uma formidável força de sessenta mil homens, mais dez mil cavalos e grande número de elefantes.

O exército cartaginês rumou na direção norte e, depois de atravessar os Alpes, derrotou os romanos, conseguindo chegar perto de Roma. Entretanto, a rebelião das cidades gregas contra a Macedônia privou Aníbal de um precioso aliado. Aos poucos, o Exército romano foi reconquistando posições, até que, na Batalha de Zama, em 202 a.C., os cartagineses foram finalmente vencidos.

O resultado da guerra foi doloroso para os cartagineses: perderam a Espanha e o resto da Península Ibérica e tiveram que entregar sua esquadra naval aos romanos.

Terceira Guerra Púnica: Na terceira e última guerra (150-146 a.C.), um exército de oitenta mil homens, liderados pelo general Cipião Emiliano, foi enviado a África e reduziu Cartago a uma simples província. A cidade foi totalmente destruída, seus quarenta mil habitantes escravizados e as terras conquistadas divididas entre os invasores. Assim, Roma completou seu domínio sobre todo o Mediterrâneo Ocidental.

Eliminada a rival (Cartago), os romanos abriram caminho para a dominação de regiões do Mediterrâneo Ocidental (península Ibérica, Gália) e oriental (Macedônia, Grécia, Ásia Menor). O mar Mediterrâneo foi inteiramente controlado pelos romanos, que o chamavam de nare nostrum ("nosso mar").

Conseqüências do Imperialismo

O domínio romano na bacia do Mediterrâneo resultou em grandes transformações econômicas, sociais e políticas, que conduziram à crise e ao fim da República, formando-se o Império.

A economia passou a se fundamentar na venda de escravos capturados entre os povos vencidos e na cobrança de tributos das regiões conquistadas. Um dos reflexos dessa mudança foi a formação de uma classe de ricos comerciantes, os cavaleiros.

O trabalho escravo passou a ocupar todas as atividades profissionais, sobretudo nas grandes propriedades, que chegavam a atingir a extensão de 80.000 hectares. Enquanto na Grécia, durante o período clássico, o escravismo coincidiu com estabilização da pequena propriedade e a formação de um grupo de cidadãos composto principalmente por pequenos proprietários, em Roma o resultado foi o latifúndio e o domínio de uma poderosa aristocracia.

A sociedade também sofreu transformações. Os ricos nobres romanos, em geral pertencentes ao Senado, tornaram-se donos de grandes latifúndios, que eram cultivados pelos escravos. Obrigados a servir no exército romano, muitos plebeus regressaram à Itália de tal modo empobrecidos que, para sobreviver, passaram a vender seus bens. Sem terras, inúmeros camponeses plebeus emigraram para a cidade, passando a viver em torno de Roma com o pão e o circo fornecidos pelo Estado.

A crise da República

As mudanças, resultantes da exploração imperialista, abriram um novo quadro em Roma, marcado por violentas lutas políticas e sociais. Inicialmente ocorreram conflitos entre patrícios e plebeus e, depois entre patrícios e cavaleiros, que reivindicavam o direito de ocupar cargos na magistratura e no Senado, pois isso lhes aumentaria o poder econômico. Essas lutas iriam destruir as bases da República Romana e formar o Império.

A reforma dos Graco

Diante do clima de tensão, os irmãos Tibério e Caio Graco, que eram tribunos da plebe, tentaram promover uma reforma social (133-132 a.C.) para melhorar as condições de vida da massa plebéia. Entre outras medidas, propuseram a distribuição de terras entre os camponeses plebeus e limitações ao crescimento dos latifúndios. Sofreram então uma forte oposição do Senado romano. Acabaram sendo assassinados a mando dos nobres, que se sentiram ameaçados pelo apoio popular que os irmão Graco vinham recebendo.

Fracassadas as reformas sociais dos irmão Graco, a política, a economia e a sociedade romana, entraram num período de grande instabilidade.

A LUTA ENTRE PATRÍCIOS E PLEBEUS

A aliança entre cavaleiros e patrícios era frágil, principalmente porque existia , entre eles, uma incansável luta pelo poder. Depois da morte dos irmãos Graco, a plebe orfã de liderança política, aliou-se ao Partido Democrata, formado por ricos comerciantes – os cavaleiros -, que lutavam para tirar o poder dos patrícios.

Os patrícios, por sua vez, eram incapazes de resolver os graves problemas que ameaçavam a República. Enquanto isso, generais vitoriosos em inúmeras batalhas alcançavam enorme popularidade e usavam seu prestígio para fazer carreira política.

Mário era um exemplo desse novo homem político. Depois de vencer muitas batalhas na África, aliou-se à facção radical do Partido Democrata, o Partido Popular, elegendo-se ilegalmente cônsul por seis vezes consecutivas. (105-100 a.C.). Devido a sua origem plebéia, Mário era detestado pelo Senado. Mas sua popularidade cresceu ainda mais depois da vitória sobre os teutões.

Sila, grande rival de Mário e seu subalterno na África, tornou-se famoso quando, a serviço dos patrícios reprimiu com grande violência as guerras sociais que eclodiram em toda a Itália. Da rivalidade entre os dois resultou uma violenta guerra civil que só terminaria com a morte de Mário, em 86 a.C.. Com o apoio do Senado, Sila alcançou um poder quase absoluto. Entretanto, o domínio de Sila durou pouco. Depois de derrotar os últimos partidários de Mário abandonou a vida pública.

As guerras que envolveram Roma, desde Sila e Mário, demonstraram que a República dos patrícios chegava ao fim e que surgiam novos instrumentos do poder, como a plebe urbana e o exército profissional.

O PRIMEIRO TRIUNVIRATO

Na década de 70 a.C., Roma enfrentou uma grande crise: na Espanha, os partidários de Mário agruparam-se, rebelados, em torno de Sertório, a província que buscava separação do Império; no Oriente Mitríades novamente se rebelou; na Itália ocorreu uma grande rebelião de escravos, chefiada por Espártaco. A atuação de Pompeu e Crasso nos acontecimentos projetou-os na vida política. Assim como eles, começou a se projetar Júlio Cesar, ligado ao partido popular. Hábil e audacioso, César assumiu a lederança do Partido Popular, após o fracasso da Conjuração de Catilina. Aproveitando-se do descontentamento de Pompeu e Crasso contra o Senado Júlio César uniu-se a eles e formou o Primeiro Triunvirato. Em consequência desta união elegeu-se César para o Consulado cujas medidas adotadas forneceu-lhe apoio popular. Leis agrárias. Obteve grandes vitórias militares em virtude das conquistas territoriais, fortalecendo o exército e aumentando a riqueza de Roma.

Com a morte de Crasso na Ásia e Júlio César governando a Gália, Pompeu ficou sozinho em Roma. Temendo o fortalecimento de César, o Senado conspirou com Pompeu e o elegeu cônsul e "confiou-lhe a defesa da República contra as ambições de César". A atitude do Senado precipitou uma guerra civil. Apoiado pelo exército César marchou sobre Roma e venceu Pompedo que fugiu para o Egito, onde morreu assassinado. Assim, César tornou-se Ditador Vitalício.

REFORMAS EMPREENDIDAS DURANTE A DITADURA DE CÉSAR

· Divisão das terras e criação de novas colônias; 
· Anulação do poder do Senado e limitou os poderes dos tribunos e das assembléias; 
· Determinou que os latifundiários seriam obrigados a empregar em suas terras 1/3 dos trabalhadores livres; 
· Limitou os poderes dos governadores das províncias; 
· Reforma do calendário – Calendário Juliano. 

A República passava a possuir um caráter de Monarquia Militar. César se entitulou Imperador. As reformas feitas por César, levaram a aristocracia e o senado a conspirar contra ele, o que resultou em seus assassinato em 44 a.C. Entretanto, os conspiradores não conseguiram tomar o poder nem restaurar o poder senatorial. Após a morte de Júlio César forma-se o Segundo Triunvirato – acordo legal entre Marco Antônio, Lépido e Otávio Augusto em 43 a.C..

O SEGUNDO TRIUNVIRATO

O governo da República foi dividido. Otávio ficou com o Ocidente, Marco Antônio com o oriente e Lépido com a África. As disputas entre os três integrantes do novo governo pela supremacia do poder geraram mudanças. Lépido aos poucos foi sendo afastado, Marco Antônio acabou rompendo com Otávio. Marco Antônio com o apoio de Cleópota, rainha do Egito, fortaleceu-se tornando inevitável o choque com Otávio. Otávio venceu Marco Antônio na Batalha de Actium em 31 a.C. e após a derrota, Marco Antônio suicidou-se juntamente com Cleópota e o Egito foi anexado a Roma.
Com a vitória no Egito e a posse dos imensos tesouros do Faraó, Otávio acumulou uma fortuna que lhe permitiu formar um poderoso exército, composto por setenta legiões, e abastecer de trigo a plebe romana.
Tendo sobre seu controle as principais fontes de poder (o Exército e a plebe), Otávio começou a estabelecer uma nova forma de governo. Mais cuidadoso do que César, procurou disfarçar seu próprio poder, mantendo nas aparências o Regime Republicano.
Com receio de perder seus privilégios, o Senado cumulu Otávio de títulos: Poder Tribunício (que o tornava sacrossanto e inviolável); Imperador Consular (que lhe confiava o comando supremo do exército em todas as províncias); Pontífice Máximo (que o tornou chefe da religião romana); Princeps Senatus (que lhe dava o direito de governar o Senado); Imperador (título reservado aos generais vencedores) e, finalmente, Augusto (título reservado aos deuses). Marcando o início do Império e o final da República, formou-se um regime político caracterizado pelo absolutismo teocrático, muito semelhante aos antigos impérios orientais.
Fonte: imperioromablogpost.com.br


QUANTO TEMPO NOS RESTA ANTES DO UNIVERSO SER DESTRUIDO.




Estamos a salvo, por enquanto. A maneira como o universo está se expandindo, não vai nos afetar por, pelo menos, alguns bilhões de anos.
Um novo estudo feito sobre o cenário "BIG RIP", onde o universo se expandiria de tal forma que o espaço - tempo seria dilacerado, levando ao fim do universo, revelou a melhor e a pior hipótese para a data do fim do universo.
Os cientistas vem a tempos observando as supernovas e as ondulações na densidade da matéria. Desta forma, os pesquisadores descobriram que o universo está se expandindo a um ritmo acelerado e criaram a teoria do BIG RIP, que é uma das várias teorias para o fim do universo. Esta sugere que em algum momento a expansão vai aumentar tanto que todas as distâncias no universo se tornar o infinitas. Assim, toda matéria será dilacerada, e tudo que nós conhecemos, deixará de existir.
O que está fazendo isto acontecer é uma forma hipotética e misteriosa de energia que estaria distribuída por todo espaço, a energia escura. E, segundo os cientistas, se essa energia hipotética estiver aumentando, o BIG RIP poderá acontecer.
Caso contrário, estaríamos fadados a outro final - como o BIG CRUNCH, que é uma especie de BIG BANG ao contrário, ou ainda uma expansão contínua para um cenário de morte térmica do universo, que, em termos físicos, significa que o universo terá alcançado um estado de entropia máxima.

QUANTO TEMPO AINDA TEREMOS?

Para tentarmos desvendar a data da morte do universo, os pesquisadores decidiram trabalhar com a hipótese de que a teoria do BIG RIP é verdade, e, portanto, determinar quando ela acontecerá.
Eles estudaram as taxas de expansão conhecidas de galáxias e supernovas, além de dados sobre a energia escura e previram que, na pior hipótese, o fenômeno poderá acontecer daqui a 2,8 bilhões  de anos a partir de agora. E na menor das hipóteses, poderia nunca acontecer.
"Nunca estamos seguros", disse o co-autor da pesquisa Diego Sáez - Gómez à New Scientist.
Claro, nós teremos que lidar com o fim do Sol, daqui a 5 bilhões de anos, e a fusão da nossa Via Láctea com a galáxia Andrômeda, daqui a 4 bilhões de anos.
E é provável que se o BIG RIP for mesmo nunca acontecer, iso significaria que o universo morreria por morte térmica, onde tudo ficaria tão espalhado, que não haveria novas estrelas ou outros corpos para formar.
Mas, por enquanto o que se sabe é que podemos ficar tranquilos aqui na Terra por, no mínimo, 2,8 bilhões de anos (pelo menos no que diz respeito ao fim do Universo).

FONTE: MINILUA 

METAS PARA O BLOG EM 2016.



Janeiro de 2016 já está terminando, estive pensando e resolvi escrever as metas para o blog neste ano.
Vou planejar e  tentar concluir as metas do blog para este ano.
As metas para este ano são:

1-dedicar-se mais ao blog;
2-arranjar tempo, para postar com mais frequência;
3-escrever mais assuntos sobre a mitologia greca-romana e também postar mais assuntos sobre a Roma antiga;
4-organizar mais o blog;
5-investir mais no blog;
6-procurar parcerias, ter mais contato com outros blogueiros;
7-divulgar mais o blog;
8-começar a interagir mais na fanpage;
9-mudar o layout do blog, mudar o visual mesmo;
10- claro e por último, concluir  todas  as metas.

E vocês, quais são as suas metas para 2016, escreva nos comentários do blog a sua meta para este ano.